Vida

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quinta-feira, 31 de março de 2011

PARA PENSAR: É PERDOANDO QUE SE É PERDOADO....

Não há quem não tenha feito alguém sofrer neste mundo, de uma ou de outra forma, em maior ou menor grau. Todos nós já fofocamos, já rimos pelas costas, já tiramos sarro, já nos orgulhamos de nunca ter feito nada disto, já nos orgulhamos de sermos religiosos, já idolatramos nossa religião (que certamente é a melhor, certo?). Todos nós já mentimos para os pais, para o patrão, para o guarda, para o Estado.
Todos nós já mentimos dizendo que não mentimos nunca. Já rimos de um erro alheio, preferimos determinada companhia em perda de outra, já recusamos atender a um telefonema ou mandamos dizer que não estávamos. Certamente que alguém já sofreu de amor ou paixão por nós... Sim todos já fomos agozes. Todos em algum momento, poderíamos ter sentado no banco dos réus.
Todos já tivemos culpa.
Assim como já fizemos tudo isso para os outros, certamente que outros também já o fizeram a nós.
Mas como diz o ditado: Quem bate esquece, mas quem apanha não se esquece. Facilmente nos esquecemos de quem fizemos sofrer. Aliás, muitas vezes desconhecemos que fizemos alguém sofrer. Entretanto, os que nos fizeram sofrer... Ai... Como dói, como guardamos... Como desejamos a vingança de Deus que mascaramos com o ajetivo de justiça de Deus.
Muitas vezes reclamamos a justiça de Deus quando nos enxergamos como vítimas, mas se Deus fosse usar de justiça conosco em todas as circunstâncias que fomos ou que somos algozes, certamente que nós já teríamos encerrado a carreira.
Graças a Deus pela misericórdia dele, que perdoa nossos inimigos, não imputando a eles a desgraça que desejamos a eles, pois, se assim fosse, nós seríamos também banidos, pois nos enxergamos vítimas, mas outros já nos viram no papel de algozes.
Vamos perdoar e sermos perdoados?
Ou prefere que Deus julgue os nossos erros?
Perdoai as nossas ofensas, do jeito que nós temos perdoado aos que nos têm ofendido...
Ou vamos continuar na velha e boa hipocrisia? 

terça-feira, 15 de março de 2011

Apoio de Amiga

''...raciocinar antes de agir... não perca o foco
Foco 1 estabilidade financeira
Foco2 familia e Henrique
Foco 3 colher os frutos que vc conseguiu juntando tudo
colher os frutos e administrar, senão??? já sabe...''
 
Adoro, só você pra me acalmar!!!!!
 
É... força na peruca.

Chateação!!!!

Hoje não é um dia muito bom, que chateação...
 Porque as pessoas são assim, se intrometem demais, falam demais, na verdade quando tem que falar não falam, mas quando é algo tão pequeno fazem um terremoto, não entendo, família, irmãos, religião, todos andam junto, mas cada um cuida de si próprio, se você tem um problema e sente necessidade de dividir com o próximo isso pode ser mal ou ruim, depende de você saber diferenciar o que contar e pra quem contar e saber com quem pode contar, por isso não costumo me abrir com as pessoas, é muito comprometimento, acaba virando invasão total de privacidade, a menos que você poupe a si mesmo, que também é ruim, a oportunidade de mudança, muitas vezes vem num relacionamento, se a pessoa que está com você, namorado(a), esposo(a), seja lá o que for,  chegar pra somar, querer fazer a diferença, não fazer parte da sua vida só amorosamente mas sim como amigo(a), companheiro(a),cúmplice, que você pode realmente confiar e expor suas emoções, aflições, qualquer tipo de sentimento que queira expressar e o fato das pessoas às vezes não serem verdadeiras o bastante incomoda demais, por isso sou assim, muitas pessoas não me compreendem, daí dizem né ''...Nossa ela é na dela, é egoísta, não pára em casa e por aí vai...'' por que será? Me sinto tão incomodada dentro da minha própria casa, não é meu espaço!!! Às vezes é horrível, vai chegando uma certa idade e queremos ter nosso próprio canto, nossa vida... achamos que somos independentes, independência nós só alcançamos quando temos nosso próprio espaço, agora entendo a felicidade ou ó alívio de muitos em morar sozinho, não dar satisfações. Ter irmãos e ter união dentro de casa é ótimo, mas quando crescemos, amadurecemos e começamos a andar com nossas próprias e construirmos nosso caminho, as coisas passam a ser bem diferentes, porque os sonhos já não são mais os mesmos, os objetivos e a maneira que a sociedade nos impõe as situações hoje são bem diferentes, temos que aprender a lidar com isso e a respeitar o espaço e vontades de cada um,´se você namora um cara legal ou não é uma opção sua, como diz um amigo meu, o Pepo, rs ''...errado não é quem faz e sim quem apoia...'', tudo que seus pais podem passar de bom e também o lado ruim das coisas foi passado, que m tem que saber administrar é você, você tá construindo seu futuro sua vida profissional, amorosa, uma nova família, até você mesmo, mudando muitas coisas, progredindo pessoalmente, moralmente e religiosamente e cada um tem seu papel dentro da família e para com a sociedade.
Quando, por exemplo, o filho(a) começa a sair do seu papel de filho e assumir o papel de pai ou mãe, a família fica balenceada, aumentando as chances de ter problemas. Por exemplo: pai ser “amigo” de filho é muito relativo: porque pai é pai, amigo é amigo, mãe é mãe, amiga é amiga. O pai pode ser amigável, mas não apenas “amigo” do filho. Tem coisas que você pode ouvir do seu filho que como pai ou mãe, você não suportaria, mas ouviria de um amigo sem maiores problemas. Precisamos trabalhar nosso papel e nossa função na família, um irmão admira o outro, tem um lado positivo nisso que é a ética entre os filhos, não existem famílias normais, existem famílias que admitem suas imperfeições e problemas (que não é o caso da minha, rs). É impossível alguém ser normal conhecendo esse mundo que conhecemos, a gente acha normal porque está nesse bolo. O importante é estar presente. Para se ter respeito é preciso ter vínculo. Respeito é uma parte grande de afeto com um pouquinho de medo e um pouquinho de admiração.
Na geração mais velha, respeito era só medo. Havia muita estupidez e uma grande mentira, porque os pais não conheciam os filhos, ninguém conhecia ninguém e isso gerava uma mentira atrás da outra. O que existe de grave hoje é a autoridade inconsciente das pessoas.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Música

Quem não gosta de música???
Só pode ser louco né!!!
Eu respiro música, amo, deliro, me apaixono, me envolvo, descanso, esqueço dos problemas, fico mais alegre, o dia se torna diferente, se o chefe tá por perto então até esqueço, se brigo com o namorado até perdoo.
Música tem um toque, a gente até sonha, sonhos escondidos que nos trazem boas lembranças de quando éramos pequenos, que tempo bom, de quando nos tornamos adolescentes, a briga pra sair de casa e ir pra balada, altos paus, rs, apanhar então, nossa e como, rs... daí a gente cresce, vem o colégio, a faculdade, toma-se um rumo, uma oportunidade, e a música continua, rolando e a gente não cansa, não desanima, vontade de viver mais e mais... como é gostoso ouvir uma boa música..

Obs.: pensamentos de quem está sem fazer nada no trabalho até essa hora, esperando apenas terminar uma edição de um vídeo, fazendo uma boa leitura e curtindo um somzinho ao mesmo tempo, kkkk... coisas de vivi!!!!

Arquitetura

Arquitetura é construção, ordenação e organização de um lugar, com a função de melhoria de um determinado espaço, ambiente, desde a criação do projeto à execução, cabendo ao arquiteto (a) delimitar  valores, funções e finalidades que serão idealizados naquele projeto.
Pra quem escolhe essa profissão, sua formação é através de cursos de arquitetura e urbanismo que tem duração de cinco anos, onde são abordados diversos temas como, história da arte, história da arquitetura e do urbanismo, representação gráfica, informática, resistência dos materiais, construção, planejamento urbano, projeto de edificações, conforto ambiental, paisagismo, arquitetura de interiores, entre outros.
A formação do arquiteto possibilita atuação em várias áreas.
No meu caso, trabalho com coordenação de projetos, eu mesma desenvolvo o produto, iniciando na escolha do terreno para a implantação do projeto, com parecer sobre localização, legislações  urbanas, aspectos ambientais e topográficos, entre outras, que possibilitam minha análise preliminar de viabilidade do projeto e obra.
Para contratação de um arquiteto, freqüentemente trabalhamos em equipe, nos responsabilizando pelo desenvolvimento do serviço a ser contratado.

História do Candomblé



História do Candomblé
O candomblé e uma religião que teve origem na cidade de Ifé, na África, e foi trazida para o Brasil pelos negros iorubas. Seus deuses são os Orixás, dos quais somente 16 são cultuados no nosso país: Essú, Ògun, Osossì, Osanyin, Obalúaye, Òsúmàré, Nàná Buruku, Sàngó, Oya, Oba, Ewa, Osun, Yemanjá, Logun Ede, Oságuian e Osàlufan.

O pai ou a mãe de santo é a autoridade máxima dentro do candomblé. Eles são escolhidos pelos próprios Orixás para que os cultuem na terra. Os orixás os induzem a isto, fazem com que as pessoas por eles escolhidas sejam naturalmente levadas à religião, até que assumam o cargo para o qual estão destinadas. Uma pessoa não pode optar se quer ou não ser um Pai ou Mãe de Santo se não acontecer durante sua vida fatos que a levem a isto. São pessoas que de alguma forma são iluminadas pelos Orixás para que cumpram seu destino.

Os Pais de Santo, normalmente, são donos de uma roça, ou seja, um lugar onde estão plantados todos os axés e no qual os Orixás são cultuados. Dentro da roça existe o barracão (assim denominado por causa dos negros que antigamente moravam em barracões), que é o lugar em que são feitos os grandes assentamentos (oferendas) para os deuses.

Hierarquicamente, existe, ainda, na roça um pai pequeno ou mãe pequena, que é o braço direito do Pai de Santo e é normalmente um filho ou filha da casa. Depois vem as Ekedes, são mulheres também escolhidas pelos Orixás para cuidar deles e ajudá-los. Embora seja considerada autoridade dentro da roça, não podem ser Yalorixás, visto que sua função já foi determinada e não há como mudar. A seguir vem os Ogans, que tocam o atabaques e ajudam o Babalorixá nos fundamentos da casa; a Ya Bace, que toma conta da cozinha, isto é, de todas as comidas dos Santos; a Ya Efun, dona do efun (pemba), e que está encarregada de pintas os Yaôs (iniciantes que estão recolhidos para fazerem o Orixá); e finalmente os filhos de Santos, que são as pessoas que “rasparam o Santo”, ou melhor, rasparam a cabeça para um Santo a pedido deste.

Às vezes o Santo, ou Orixá, incorpora em determinadas pessoas, mas não necessidade que haja esta “incorporação” para que uma pessoa raspe o Santo. Se a pessoa deve ou não raspar o Santo só pode ser sabido com certeza através do jogo de búzios do Pai ou Mãe de Santo que, diga-se de passagem, são os únicos que podem jogar búzios.

O candomblé é uma religião com uma vasta cultura e rica em preceitos. São pouquíssimas as pessoas que realmente a conhecem a fundo.È necessária muita dedicação e anos de estudo para se chegar a um conhecimento profundo da religião. Seus preceitos são todos fundamentados e qualquer um pode se dedicar ao seu estudo e desfrutar seus benefícios. Existe muita energia positiva no candomblé, e o seu culto pode trazer muita paz e felicidade.


A antiga cidade de Ifé, ao sudoeste da atual Nigéria, deslumbrava desde o começo do século como capital religiosa e artística do território que cobria uma parte central da atual República do Daomé. É a fonte mística do poder e da legitimidade, o berço da consagração espiritual, e para onde voltaram os restos mortais e as insígnias de todos os reis iorubas.

A civilização de Ifé, ainda hoje, é pouco conhecida e apresenta uma criação artística variada do realismo, enquanto que a maioria da arte africana é abstrata. O material empregado na arte de Ifé espanta e abisma qualquer historiador, incluindo os próprios africanistas. Ao lado das esculturas em pedra e terracota(argila modelada e cozida ao fogo) tradicionais na África, estão as esculturas em bronze e artefatos em perola.

Uma das artes mais conhecidas é a de Lajuwa, que segundo o povo de Ifé permaneceu no palácio real, mostrando os vestígios em terracota, antes de ter sido redescoberta. Lajuwa foi o camareiro de Oni (soberano do reino de Ifé ou Aquele que Possui). A atribuição dessa terracota a Lajuwa não é estabelecida de maneira segura, entretanto a escultura foi preservada e conservou uma superfície lisa, ainda que o nariz tenha sido quebrado.

A maior parte das descobertas das obras foi feita nos BOSQUETES SAGRADOS: vastas extensões de terras situadas no coração da savana. Cada uma destas descobertas é consagrada a esta ou aquela divindade, entre elas:
BOSQUETE SAGRADO DE OLOKUM: cobre uma superfície de 250 Há. Ao norte da saída da cidade de Ifé. É dedicado a OLOKUM, divindade do mar e da riqueza.
 
BOSQUETE SAGRADO D’IWINRIN: encerra numeroso tesouro artístico, testemunhado, na maior parte, uma arte extremamente realista e refinada. Uma delas é de um personagem com 1,60 m de altura, sentado num banco redondo, esculpido em quartzo e provido com um braço curvado para dentro em forma de anel. Apóia o braço em um tamborete retângulo com quatro pés, sendo ladeado por dois outros de igual tamanho natural, um dos quais tem na mão a extremidade de uma vestimenta cortada.
Supõe-se que o artista tenha manuseado a argila crua em separação. Depois de concluído foi seca ao sol e cozida numa imensa fogueira ao ar livre, obtendo uma terracota de cor uniforme.

 
BOSQUTE SAGRADO OSONGONGO: os arqueólogos descobriram uma variedade de esculturas de argila cozida e a maior parte de uma mesa micácea. Entre elas está a cabeça da própria OSONGOGON, porém menos refinada do que a de LAJUWA.
Ao lado desta escultura, há numerosas outras representando personagens com deformações físicas, uma delas com elefantíase nos testículos (doença ligada intimamente ao espírito dos negros e à impotência sexual), objeto de tratamento com rituais especiais. Nos funerais, a liturgia era feita por um sacerdote da antiga sociedade ORO, tida aos “ocidentalizados” como forma monstruosa.
O principal achado e o vaso do ritual destes funerais, decorado em relevo. Revela certos ritos e insígnias religiosas de Ifé. Vêem-se com os efeitos: Edans (bastões de bronze, utilizados pelos membros da Sociedade OGBONIS na cerimônia secreta), um bastão de ritual com uma espécie de espiral saliente em ambos os lados, um tambor, um objeto com dois crânios na base, um machado e dois personagens sem cabeças.

 
BOSQUESTE SAGRADOS DE ORE: possue abundantes esculturas de homens e animais. O grupo principal é constituído de duas estátuas humanas, a maior é chamada IDENA, o porteiro.
IDENA usa um colar de perolas (contas), diferente dos demais usados em estátuas de terracota. Na cintura ostenta um laço e tem as mãos entrelaçadas. A cabeleira não é esculpida, mas representada por pregos de ferro fincados, como acontece na arte de Ifé.
-BOSQUETE SAGRADO DE ORODI: encontra-se nele uma estátua de pedra com a cabeça e o corpo enfeitado com pregos, similares aos que ornam Idena. Tem na mão direita uma espada e na esquerda um abano. Está situada em Enshure, província do Ado Ekiti.


O grande Deus Olodumaré enviou Osalufã (orixá) para que criasse o mundo. A ele foi confiado um saco de areia, uma galinha com 5 dedos e um cmaleão. A areia deveria ser jogada no oceano e a galinha posta em cima para que ciscasse e fizesse aparecer a terra. Por ultimo, colocaria o camaleão para saber se estava firme.

Osalufã foi avisado para fazer uma oferenda ao Orixá Essú antes de sair para cumprir sua missão. Por ser um Orixá Funfun, Oxalufã se achava acima de todos e sendo assim, negligenciou a oferenda. Essú descontente , resolveu vingar-se de Osalufã, fazendo-o sentir muita sede. Não tendo alternativa Osalufã furou com seu Apaasoro o tronco de uma palmeira. Um líquido refrescante dela escorreu, era o vinho de palma. Ele saciou sua sede, embriagou-se e acabou dormindo.

Olodumaré, vendo que Osalufã, não cumpriu sua tarefa, enviou Odùdùwa para verificar o ocorrido. Ao retornar e avisar que Osalufã estava embriagado, Odùdùwa recebeu o direito de vir e criar o mundo. Após Odùdùwa cumprir sua tarefa, os outros deuses vêm se reunir a ele, descendo dos céus graças a uma corrente que ainda se podia ver, segundo a tradição, no BOSQUE DE OLOSE, até há alguns anos.

Apesar do erro cometido, uma nov chance foi dada a Osalufã: a honra de criar os homens. Entretanto, incorrigíveis, embriagou-se novamente e começou a fabricar anões, corcundas, albinos e toda espécie de monstros.

Odùdùwa interveio novamente, anulou os monstros gerados Osalufã e criou os homens bonitos, sãos e vigorosos, que foram insuflados com vida por Olodumaré.

Esta situação provocou uma guerra entre Odùdùwa e Osalufã. O ultimo foi derrotado e então Odùdùwa tornou-se o primeiro ONI (rei) de Ifé. Distribuiu seus filhos e os enviou para criar novos e vários reinos fora de Ifé.

Mais tarde os Orixás retornaram a Orum, deixando na terra seus conhecimentos e como deveriam ser cultuados seus toques, comidas e costumes, para que fossem cultuados pelos seus descendentes. Então o ser humano começou a fazer pedido aos Orixás e para que cada pedido fosse atendido eles ofereciam comida em troca.

Ao contrario do que se pensa, nem todos os pedidos são atendidos, embora os Orixás sempre aceitem as oferendas. Quando um orixá recebe um pedido, ele o leva a Olodumaré e este decide se o pedido vai ou não ser atendido. Este julgamento vai ser baseado no merecimento da pessoa que faz o pedido.

O povo continua fazendo oferendas aos Orixás até hoje, pois os Orixás procuram sempre fazer o melhor para as pessoas.

O círculo dos deuses é constituído segundo o número 16, número sagrado no candomblé. Ele se encontra em toda parte: no numero de búzios, no númerode chamas da lâmpada dos sacrifícios, na numeração dos membros físicos e psíquicos, quer dizer, das forças e das partes que possui o homem na organização hierárquica.

Texto retirado da Revista Orixás o Segredo da Vida.;nº 1 -

Origem do Candomblé: Ifé


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Criação do Reino de Ifé

quinta-feira, 3 de março de 2011

Religião


Adoro minha religião, mas tem muitas coisas que preciso conhecer sobre ela, sou iniciante do candomblé há 13 meses,  filha de Logun Edé, me identifiquei bastante com esse orixá, até no jeito de ser, mas é tão complicado ser filha de santo, muitas vezes não posso expor minha opinião sobre o assunto, não é uma religião fácil de lidar, sua cultura é transmitida que nem árvore geneálógica sabe, ascendência ou descedência de pais, irmãos, filhos e por aí vai, é uma religião deslumbrante, não temos muitos artigos escritos, pois ela é mais oral e convívio diário do que a escrita, livros e afins, segundo diversos autores e seguidores, é uma religião distinta do catolicismo, da umdanda, do kardecismo, apesar de ter algumas semelhanças por conta de perseguições sofridas no início do século quando os negros vieram da África para o Brasil para serem escravos e nesse tempo a religião fortíssima no Brasil era o catolocismo e proibiam os cultos africanos e antigamente esses cultos eram considerados ilegais daí a relação que o candomblé teve com o catolicismo foi que para ''fugir'' da perseguição os orixás cultutados foram omitidos em santos católicos. O que falta hoje e que é de grande importância é uma oportunidade para nós afrodescendentes termos uma identidade positiva sobre nossas origens e isso abre espaço para preconceitos e pessoas sem informações sobre nós e nossas origens e religião.
Voltando ao Cadomblé, os orixás são considerados únicos e superiores, os rituais são feitos em terreiros ou barracões e podem ser assumidos por mulheres ou homens ou misto, não há incorporação de espíritos já que os orixás que são incorporados são divindades da natureza e na umbanda as incorporações são feitas através de espíritos encarnados ou desencarnados em médiuns, existem casas que praticam os dois, o candomblé e a umbanda.